terça-feira, 21 de junho de 2011

Papercraft

Papercraft ou pepakura é um método de construção de objectos tridimensionais a partir de papel, semelhante ao origami. Contudo, distingue-se em que a construção geralmente é feita com vários pedaços de papel, e esses pedaços são cortados com tesoura e fixados uns aos outros com cola, em vez de se suportarem individualmente.
Uma vez que os modelos de papercraft podem ser facilmente impressos e montados, a Internet tornou-se um meio popular para a sua divulgação.



http://www.youtube.com/watch?v=QIC8XS9yj_4




Descobri essa "arte" atualmente e achei algo no mínimo interessante, isto é se você tem alguma paciência, pois é uma arte que realmente necessita de paciência e tempo.


Farei um mini-tutorial abaixo, com os materiais necessários para se começar um papercraft.


Dicas e Material Básico

- Tesoura: E que esteja com um bom corte, assim podemos cortar as peças com mais facilidade e perfeição.

- Cola branca: Dessas escolares mesmo, só tome cuidado para não passar muita cola, pois em demasia ela amolece e deforma o papel, além de manchar a tinta impressa no papel.

Ou..

- Cola do tipo bastão (glicerina): Também é boa pois não deforma o papel mas ainda pode manchar se aplicada em demasia, o ruim é que dependendo do tipo e marca demora muito a secar.

Ou..

- Cola de Isopor: Resistente e não mancha ou deforma o papel, mas demora a secar.

Dos três tipos, prefiro usar a cola branca mesmo, é muito resistente, só precisa tomar cuidado para não passar muita cola.

- Palito de dentes: Ótimo para espalhar cola em abas pequenas, você pode pingar cola num outro papel qualquer, e ir pegando com o palito para espalhar nas peças.Serve também para ajudar a fixar as abas que seus dedos não alcançam, muito útil na hora de colar e montar.

- Régua e uma caneta "morta" (sem tinta), ou lapiseira com bico de ferro, ou até mesmo uma chave de fenda:

Servem para marcar, fazer sulcos nas linhas pontilhadas onde são feitas as dobras no papel, isso ajuda muito na hora de dobrar, evitando dobrar errado.Faça isso em todas as linhas de dobras, inclusive das abas.


Lembrando que o papel usado é um caderno proprio para desenho Aqueles com 20 folhas De 150 g/m
nem tente usar folha sulfite de 70 g/m pois não funcionará.






Bom as dicas estão dadas não de forma complexa, mas já é possível você mesmo fazer o seu em sua casa, vou disponibilizar os sites em que encontro, então basta imprimir e se divertir. :D


http://cubecraft.com
http://cubecraftsnaruto.blogspot.com/2010_01_01_archive.html



Por ora, fico com mais este artigo totalmente útil, desde já agradeço.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Visual Gótico


"(...)o ano se divide em quatro estações que para mim são a primavera,onde surge a vida.O Verão é o apogeu;o outono é a decadência e o inverno a morte.''
cbc dark angel


Finalmente terminei esse artigo que eu estava trabalhando.Agora que está pronto fejam ae esse artigo e eu espero que vocês gostem.É um visual interessante e que eu gosto muito do visual e que ele muitas vezes recebe preconceito das pessoas porque acha que eles são satânicos,demoniacos ou ateus mas no fim nem todos realmemte são assim leia que vocês iram mudar de idéia sobre eles.
Boa leitura...
Obs.eu não sou Gótico(pelo menos ainda...rsrs) antes que comecem a achar isso...

Introdução
Na ausência de uma classificação mais precisa, foi denominada Cultura Obscura, o conjunto de elementos que caracterizam o grupo de indivíduos que surgiu nas metrópoles brasileiras, em meados da década de 90 e está se consolidando nestes primeiros anos do século XXI. Suas principais características, tanto comportamentais quanto artísticas, podem ser associadas ao movimento Romântico europeu do século XVIII, mas ainda assim, ficou sendo considerada por muitos, uma ramificação da subcultura gótica/darkwave.
Não é possível determinar um ponto de partida específico para o surgimento da cultura obscura. Porém, por cultivarem algumas referências artísticas comuns, é provável que seja um subproduto, mas não uma evolução, da subcultura gótica. Neste caso, a cultura obscura une e intensifica os elementos românticos encontrados na subcultura gótica, consolidando-se como uma manifestação distante de sua possível origem.
Apesar do termo gótico estar relacionado à subcultura gótica/darkwave, também é amplamente usado para classificar os adeptos da cultura obscura. Neste caso, o termo gótico é utilizado em sentido parecido ao do termo Literatura Gótica, ou seja, como sinônimo de obscuro ou medieval, sendo estas, características muito presentes na cultura obscura.
Ainda, o termo Goticismo (do inglês Gothicism), que originalmente refere-se apenas à Literatura Gótica, também é utilizado, de forma equivocada, como uma "variação" da expressão cultura obscura. Apenas nesta situação, goticismo abrange o comportamento, arte e "filosofia" da cultura obscura.
A expressão "nascer gótico" (gótico neste caso relativo à cultura obscura) é comumente usada entre os adeptos da cultura obscura e interpretada de forma equivocada por outros. Obviamente, não é possível compreender esta expressão em sua forma literal. Isto porque não é possível "nascer já sendo alguma coisa"; ou seja, ninguém nasce com uma doutrina, ideologia, ou religião pré-estabelecidas, por exemplo. Neste caso, a expressão "nascer gótico" significa que, ao longo da vida, de forma indireta e natural, uma pessoa cultivou em sua própria personalidade, valores que se identificaram e se associaram às principais características da cultura obscura. Portanto, não houve uma mudança repentina e intencional para "virar gótico". Neste caso, o que ocorre, é um processo natural de conhecimento e identificação.

Características Gerais

Apesar de ser considerada por muitos, uma tribo urbana, a cultura obscura não se caracteriza necessariamente pela coletividade, mas principalmente pela individualidade. Uma vez que se aborda personalidades e comportamentos que tendem a encontrar expressões artísticas comuns.
Desse modo, não há um conjunto específico de influências, regras ou doutrinas pré-estabelecidas. Porém, alguns pontos podem sugerir um "contra movimento social". Por exemplo, há na sociedade, de um modo geral, uma busca intensa pelo mercantilismo, a indução selvagem ao status e a exploração da arte pelo consumismo. A cultura obscura contraria essas tendências, contrapõe-se aos rótulos e modismos, choca-se com ideais consolidados e valoriza, sobretudo, a arte e a expressão individual.
Para que algumas de suas principais características tornem-se mais nítidas, pode-se associá-las ao Romantismo Literário. Não apenas no aspecto artístico, mas principalmente, na questão comportamental. É este romantismo, reacionário ao iluminismo e ponto de partida da subcultura gótica, responsável pelas bases obscuras desta cultura. A superestimação do ego e, conseqüentemente, dos próprios sentimentos que, exteriorizados, formam uma realidade idealizada do mundo. A evasão, que consiste numa fuga psicológica da realidade, é responsável pela supervalorização do passado, seja individual ou histórico, como no saudosismo. Assim, percebe-se com nitidez a intersecção entre Romantismo e Cultura Obscura.
Entre seus adeptos, podemos encontrar um constante interesse pela cultura, valorização e contemplação de diversas manifestações artísticas; perspectiva poética e subjetiva sobre a própria existência; visão positiva sobre solidão; melancolia e tristeza; introspecção e medievalismo; etc. A soma destas características compõe uma cultura de atmosfera sombria, romântica e poética. Mas, geralmente, é vista pela sociedade, de forma preconceituosa, como uma manifestação depressiva e negativa.
A Literatura, além de ser uma das manifestações artísticas mais consumidas e produzidas na cultura obscura, fornece uma definição estética e ideológica bem próxima dos elementos que a compõem. Compor um poema, por exemplo, é uma forma de penetrar no próprio âmago, conhecer a si próprio, confrontar os temores e revelar os mais profundos sentimentos.
Mais uma vez, o romantismo faz-se presente; especialmente o ultra-romantismo ou "mal-do-século". Não apenas por suas obras, mas principalmente por suas características: subjetivismo, saudosismo, predileção pelo noturno e pelo sobrenatural, por exemplo. Obras de autores como Allan Poe, Lord Byron, Lovecraft e Álvares de Azevedo são amplamente absorvidas.
A música pode ser classificada como o principal veículo de divulgação no que se refere à Cultura Obscura. Mas, como em outras expressões, não é possível traçar uma linha nítida relacionada à estilos ou artistas específicos.
As bandas que surgiram no início da década de 80, no período conhecido como pós-punk, e atualmente são classificadas genericamente de góticas, também são apreciadas; como o Joy Division, por exemplo.
O Gothic Metal, nome dado genericamente ao estilo que combina Metal e Neoclássico, traz em letras e arranjos uma boa parte dos temas abordados: alusão à obras literárias e mitologia, citações em latim e arcaísmos, entre outros elementos.
Porém, a cultura obscura ainda abriga outros estilos e referências musicais. Por exemplo, música medieval e renascentista, e compositores clássicos e neo-clássicos. Ainda, estilos mais suaves como New Age, Dark Atmospheric (ou Dark Ambient) e Ethereal.
Na cultura obscura não há uma religião ou doutrina espiritual a ser seguida. Mas há um grande interesse por religiões do período pré-cristão, por diversas correntes e doutrinas esotéricas e pela própria espiritualidade. Este interesse é, sem dúvidas, fruto de um desejo de autoconhecimento e de elevação espiritual próprios de seus adeptos.
Nas plásticas e na estética, as emoções são figuradas e personificadas. Anjos e demônios convivem como nas ilustrações de William Blake, o terror pode ser encontrado em Nosferatu, do expressionismo alemão. Vê-se ironia e macabrismo no cinema de Tim Burton. Assim como sombras urbanas emergem na lendária Gotham City. Castelos e catedrais, gárgulas e quimeras coexistem na Arte Digital. Definições e exemplos tão distantes que se tornam próximos e coerentes a olhos intensos e românticos. A combinação de certos elementos compõe uma obra, um ambiente ou uma paisagem, impregnada de lirismo obscuro, como na melancolia decadente de um cemitério ou na grandeza de uma catedral.
Diversas expressões artísticas de culturas e épocas distintas encontram-se na cultura obscura: do romantismo ao modernismo; da prosa à poesia; do sacro ao profano... Uma cultura que não necessita de regras, apenas de identidade; que não pode ser sintetizada em algumas palavras; mas que é ampla e democrática para abrigar elementos tão distantes e incluí-los sob uma mesma perspectiva.

Símbolos recorrentes na subcultura Gótica

Por que nos atraímos inicialmente por uma subcultura com características X, Y ou Z, e não por uma subcultura com características A, B ou C? Isso acontece pois algumas características nossas que não encontravam um modelo de expressão e identificação em outros lugares acabaram por encontrá-lo na subcultura Gótica e em sua Estética, Cena e História.
a
A identificação inicial é sempre Intuitiva e Estética: como uma paixão. Porém, se o indivíduo em questão nunca entrar em contato com a subcultura Gótica esta identificação se torna impossível.
Mas quais seriam estas características que nos atraem na subcultura Gótica? Podemos dizer que a subcultura Gótica vem exatamente suprir deficiências da cultura oficial industrial do ocidente. Por isso muitas vezes elabora características opostas a ela.
A cultura oficial nos dita comportamentos despersonalizados, impede a individualidade, nega a morte enquanto experiência vital, e é apolínea, mecanicista, positivista e predominantemente "Yang" (masculino como referência de humano).
Nela não há mais espaço para aquele Individualismo que o Oscar Wilde define no seu livro A alma do homem sob o socialismo. Assim, buscamos "espaço" ou "algo que nos falta" em alguma subcultura.
Podemos dizer que outro elemento que caracteriza o Gótico é um caráter compensatório Ying, pois a sociedade oficial é hoje predominantemente Yang. Assim, buscamos um equilíbrio ou compensação.
Podemos observar o caráter Ying de todo sistema estético e simbólico do Gótico (e também em grande parte da Darkwave). O conjunto destes símbolos é repetido em grande quantidade e freqüência em letras, músicas, roupas, imagens, comportamentos, discursos, etc ligados a subcultura gótica:
Lua
Prata
Água/Mar
Noite
Outono e inverno
Sensualidade
Mistério
Decadência
Expressionismo
Feminilidade (no caso das mulheres) e Anima (parte feminina no homem)
Onírico
Surrealismo
Dionisíaco
Intuição
Androginia
Drama
Anti-racionalismo
Expressão da Emotividade
Lirismo
Serpente
Vampiro
Bruxa, feiticeira, magia
Ennui, spleen
Horror com humor
Obscuridade
Paixão
Anjos caídos
Urbanidade problemática/ cidades vazias
Romantismo
Seasonal, cíclico
Hedonismo
Claro que nenhum Gótico ou obra de arte da subcultura Gótica possui todos estes elementos no grau máximo, nem isso é necessário, pois como verificamos em qualquer sistema cultural (como o brasileiro ou nordestino, por exemplo) ou subcultural, nenhum indivíduo ou obra possui a totalidade do sistema, mas ambos fazem parte do sistema simbólico, se relacionando e se ligando a outros elementos e símbolos que aumentam o sentido do conjunto e formam um tipo de "ambiente".
Assim, algumas pessoas desenvolvem mais alguns elementos do que outros. Isso que nos faz permanecer indivíduos mesmo dentro de uma subcultura. Depois, em um segundo momento, começamos a compreender o significado da atração que estes símbolos estéticos e esses sentimentos exercem sobre nós.
Isso nos faz entender e nos interessarmos também pela história e teoria da subcultura Gótica. Sem deixar de senti-las. Sentir e saber não são coisas excludentes, é falso o dualismo que opõe sentimento e conhecimento.
Mas isso é um processo que se dá com a vivência na subcultura. Pois o aprendizado é um processo afetivo de sucessivos ciclos de aproximações e estagnações ao longo do tempo.
Afinal, Cultura sem sentimento é Erudição estéril, e Sentimento sem Cultura, cai no lugar comum.









Então pessoal para aqueles que leiram,eu agradeço muito mesmo
mas por favor não deixem de postar comentários e dando dicas para o blog,para cada vez ficar melhor e por favor cliquem nos anúncios.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Avenged Sevenfold



O Avenged Sevenfold foi formado em Huntington Beach, Califórnia, em 1999.
O nome da banda foi retirado do livro Genesis, na Bíblia, onde Cain é sentenciado a viver no exílio, por ter matado seu irmão. Deus o marcou para que ninguém pudesse matá-lo devido ao seu pecado, assim o homem que se atrevesse a tentar seria vingado sete vezes. O título da música ‘Chapter Four’ refere-se ao quarto capítulo do mesmo livro, que conta a história de Abel e Cain, parecendo também falar sobre essa história. ‘Beast and Harlot’ é outro som derivado da Bíblia: vem do livro da Revelação que é escrito em primeira pessoa e se refere à punição da Grande
Babilônia, império mundial e centro de falsas religiões. ‘The Wicked End’ tem outra referência, na música é dito diversas vezes: “dust the apple off, savor each bite, and deep inside you know Adam was right.” (Tire o pó da maçã, saboreie cada mordida e, bem no fundo, você sabe que Adão tinha razão), onde se refere à Eva ter comido o fruto proibido. Apesar no nome da banda e o nome dos integrantes também fazerem referências a termos bíblicos, Shadows disse em uma entrevista que eles não são uma banda religiosa. “Qualquer um que lê as letras e sabe algumas coisas sobre nós, sabe também que nós não promovemos nem a Deus, nem ao Diabo.” A banda também fala sobre política em algumas letras, como ‘Critical Acclaim’,‘Blinded In Chains’ e ‘M.I.A’.
O A7X muitas vezes é caracterizado como uma banda de metal ou Hard Rock, mas suas músicas apresentam vários gêneros juntos, como por exemplo, no álbum ‘Avenged Sevenfold’. O álbum ‘Sounding The Seventh Trumpet’ consiste no metalcore, mas na música ‘Streets’, pode-se notar uma sonoridade puxada para o Punk Rock. Em ‘Avenged Sevenfold’ notam-se estilos variados, encontrados principalmente na música ‘Dear God’ e em ‘Gunslinger’, uma pitada de country, e na música ‘A Little Piece of Heaven’, que inclui elementos teatrais, incluindo orquestras e outros instrumentos pouco usados no rock. A banda não se restringe a um estilo em particular, mas, no entanto, eles mudaram consideravelmente desde seu primeiro álbum, considerado bem pesado.

M. shadows

Nascido Matthew Charles Sanders, em 31 de Julho de 1981, filho de Gary e Kim Sanders. Ele tem uma irmã mais nova chamada Amy. É o vocalista da banda.
Shadows usava piercing no lábio inferior e alargadores nas duas orelhas. Ele e Valary DiBenedetto estão oficialmente noivos desde Agosto/Outubro de 2007. O casal está junto desde a sexta série.
Frase épica: “Meu apelido é Hot Stud, o do Syn é Hot Buffy Sex Dude!”
Antes de fundar o Avenged Sevenfold, ele integrava uma banda chamada “Successful Failure”, junto com Zacky Vengeance. Enquanto estava na banda, Shadows escreveu a música “Streets” que, mais tarde, foi gravada pelo A7X e está no primeiro disco deles, “Sounding the Seventh Trumpet”. Matt apóia abertamente as forças armadas e o exército norte americano, sendo que muitos de seus amigos estão atualmente atuando a serviço dos Estados Unidos. A música “M.I.A.” foi escrita como um tributo a esses amigos.
Seu apelido relembra seus “dias negros” na escola, daí o nome “Shadows” (Sombras). Ele também quis manter seu nome verdadeiro mas, como não gostava da maneira como “Matt Shadows” soava, ele transformou o Matt em M. e, a partir de então, passou a ser M. Shadows. Algumas de suas influências musicais são: Guns N’ Roses, Metallica, Megadeth e Pantera.

 Synyster Gates



Nascido com o nome de Brian Elwin Haner Jr., em 7 de Julho de 1981, filho de Brian Haner and Jan Gera. Seus pais biológicos se separaram e ambos casaram-se novamente. Sua madrasta, chama-se Suzy Haner. Ele tem um irmão, Brent, um meio irmão Johnny Gera e uma meia-irmã, McKenna. É guitarrista solo e backing vocal da banda.
Synyster tem piercings nas duas orelhas, já que tirou o do nariz. Além da banda, ele tem uma linha de vestuário chamada Syn Gates Clothing.
Frase épica: “É assim que se faz xixi sem ser notado!”
Quando adolescente, Synyster freqüentou a Ocean View High School em Huntington Beach e a Mayfair High School em Lakewood. Ele fez parte do programa GIT do Musicians Institute em Hollywood, onde estudou “jazz guitar”. Seu pai, Brian Haner, também é músico, e ensinou muito do que ele sabe.
Synyster entrou para o Avenged Sevenfold com 18 anos, no final de 1999, pouco antes da banda gravar seu primeiro álbum “Sounding the Seventh Trumpet”. Ele tocou piano nas músicas “Beast and the Harlot” e “Sidewinder” do CD “City of Evil”. Seu apelido surgiu no meio de um passeio de carro com o baterista The Rev. Eles estavam bêbados e, do nada, Brian disse: “I am Synyster Gates and I am fucking awesome!” (eu sou Synyster Gates e sou muito foda!).
Ele e The Rev mantêm um projeto paralelo chamado Pinkly Smooth, que segue um estilo completamente experimental. Entre suas muitas influências musicais estão: John Petrucci, Django Reinhardt, Adam Aparicio, Dimebag Darrell, Slash e Roddy.


Zacky Vengeance



Nascido Zachary James Baker, em 11 de Dezembro de 1981, filho de Jim e Maria Baker. Ele tem um irmão mais novo, Matt e uma irmã mais velha chamada Zina. Seu irmão também tem uma banda, chamada “The Dear and the Departed”. Ele é o guitarrista base e faz os backing vocals para a A7X. Ele tem piercings no sépto, lábio inferior e nas duas orelhas. Além da banda, ele mantém uma linha de vestuário chamada “Vengeance University”.
Frase épica: “Às vezes eu queria ter visão de raio X, só pra checar a bagagem do Syn.”
Antes de tocar para o Avenged Sevenfold, Zacky fazia parte da banda “punk” MPA – sigla de “Mad Porno Action”. Ele se deu conta de que a banda não daria certo e foi preso depois de um show por, supostamente, “roubar todos os microfones”. Ele e M. Shadows fundaram o A7X. Seu apelido, Zacky Vengeance, mostra apenas que ele tem ressentimentos contra as pessoas que duvidaram do seu sucesso (Parece que ele mostrou pra eles!). Foi ele quem teve a idéia para a sigla da banda “A7X”. A primeira guitarra que ele aprendeu a tocar pertencia ao seu pai e era, na verdade, feita para destros e ele a usava invertida, já que é canhoto. Ele toca desde os 13anos de idade e aprendeu sozinho.
Ele diz que é influenciado por diversas bandas. “Eu amo as ‘heavy bands’. Adoro Danny Elfman e Elvis Costello. Estão em todo lugar! Acho que essa é a melhor maneira de ser”. Zacky tem o patrocínio da Schecter Guitar Research desde 2004 e tem vários modelos S-1 customizados. Ele e Synyster Gates são parte integrante da lista de artistas patrocinados com material customizado no site da marca.


Johnny Christ



Nascido com o nome de Jonathan Lewis Seward, em 18 de Novembro de 1984, ele toca baixo e faz backing vocals para a banda. Johnny usa piercings no nariz e orelhas. Ele tem um irmão mais velho e.
Frase épica: “Enquanto estou dirigindo, eu sou o motorista. Eu dirijo.”
Ele é o terceito baixista da Avenged Sevenfold. Antes dele, tocaram para a banda Dameon Ash e Justin Sane. Ele abandonou os estudos na Marina High School antes do último ano para acompanhar a banda. Seu primeiro álbum como integrante do A7X foi o segundo da banda; o “Waking the Fallen”.
A idéia do apelido veio do Zacky, que bolou o nome Johnny Christ. Ele disse que “soava meio rebelde e, com certeza, irritaria um monte de gente… Então todo mundo ia odiar!” Johnny aprendeu a tocar sozinho, nunca teve uma única aula de guitarra ou contrabaixo. Ele é o membro mais novo do A7X e também irmão mais novo de um antigo colega de escola de Synyster Gates e The Rev. No jardim de infância, The Rev costumava tirar muito sarro dele e os outros integrantes da banda muitas vezes se referem a ele como sua “puta”. Quem recrutou Johnny para a banda foi Matt, irmão mais novo do Zacky.



The rev


Nascido James “Jimmy” Owen Sullivan, em 09 de fevereiro de 1981, é o baterista e também faz backing vocals para o A7X. The Rev usa piercings no lábio e nas orelhas. Ele é filho único e é noivo/casado com Leana Silver.
Frase épica: “Uma colher cheia de Jimmy colocaria o mundo abaixo! “
Jimmy ganhou sua primeira bateria completa aos 10 anos de idade. Ele freqüentou a escola católica junto com M.Shadows e foi expulso na segunda série (Você achava isso possível?). The Rev também foi expulso da Huntington Beach High School e depois de um reformatório. Resultado: acabou por desistir dos estudos. Ele é o mais velho da banda. Seu projeto paralelo, juntamente com Synyster Gates, está suspenso; uma vez que os dois decidiram se dedicar exclusivamente ao Avenged Sevenfold. Seu apelido, para a banda, é “Cabeça de Rato” (Rat Head). Antes do A7X, ele foi baterista da banda “Suburban Legends”, juntamente com o ex-baixista do Avenged, Justin Sane. Também tocou guitarra e fez os vocais na banda “Ballistico”.
Seu apelido “The Reverend Tholomew Plague” foi escolhido aleatoriamente e The Rev foi consagrado como a versão curta do nome. Ele ficou conhecido por utilizar roupas excêntricas – como kimonos coloridos, roupão de banho, shorts largos e meias fluorecentes – (no mínimo hilário!). The Rev canta e grita na maior parte das músicas do disco novo do A7X e escreveu algumas delas, incluindo: “A Little Piece of Heaven”, “Brompton Cocktail”, “Afterlife” e “Almost Easy”. Ele também canta em “Critical Acclaim”, “Scream” e “Lost”. Suas influências musicais incluem: Vinnie Paul, do Pantera; Dave Lambardo e Paul Bostaph, do Slayer e Mike Portnoy do Dream Theater.
  

terça-feira, 1 de março de 2011

Apresentação

                      

Meu nome é henrique para os que ainda não me conhecem . Estou escrevendo este artigo sobre mim para me apresentar como dono do Blog . Logo mais terá novos membros na equipe para podermos fazer um bom site para vocês(que eu duvido...rsrsrs).
Eu sou muito fã de Avenged Sevenfold então por isso q o meu próximo post será a um pouco sobre a banda e também terá clips vídeos,downloads,emfim vai ser bem interessante.
Estarei postando sobre estilos musicais,programas que possam facilitar a vida de vocês.
Gostaria que vocês me dessem sugestões doque vocês gostariam que eu publicasse.
Para sugestões:
para manterem contato:
Twitter:cbcDarkAngel
Obrigado pela visita...